Calmo e sufocante,

Enigmático e delirante,
Vens em trajes negros,
Com o olhar silenciador
Silenciando minha vida.
Moribundamente, ouço
Na minha insanidade
Palavras que nunca foram ditas,
Nos sons divinos do teu violino.
Ah meu Anjo da Música,
Em teu riso malicioso,
Alicia-me, vicia-me
Na droga que contém
No teu corpo,
E pelo mesmo
Faz escorrer, transpirar
O pecado.
Por fim terminas a música,
Sai do palco, e sua vida segue
Sem ao menos saber dos
Meus suspiros.
Gabriela Vaz
Um comentário:
Realmente o blog é muito interessante e para mim, ao contrário do que o título indica, há a indicação da Luz, ou pelo menos de suas faíscas. Beijinhos de Every
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