Sinto-me vazia.
Vazia.
E lentamente uma praga
Vem me retirar a vida.
Amor, que já não sei se existe,
Ou se ainda posso senti-lo.
Incompreensível,
É a vida qual vivo...
Tão cheia de contradições.
Vazio...
É algo agradável que começo a pensar
Para me completar,
Pois é no vazio, que ninguém
Procura nada, é aonde existe silêncio.
É onde o meu grito de dor fica
Abafado pela falta de tudo.
Ausência,
Outra coisa que me completa,
A ausência de luz me enche de escuridão.
A ausência de amor me impede de sofrer.
A ausência de vida, não de deixa morrer.
A ausência do mundo me joga no vazio.
Vazia, jazia o corpo e o coração.
Completai-vos então a razão.
Gabriela Vaz
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